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Tag: união estável

Migalhas: STJ relativiza publicidade e reconhece união estável homoafetiva pós morte

Migalhas: STJ relativiza publicidade e reconhece união estável homoafetiva pós morte

Turma reconheceu união estável homoafetiva post mortem e admitiu relativização do requisito de publicidade em razão de contexto social discriminatório A 3ª turma do STJ decidiu, por unanimidade, reconhecer a possibilidade de relativização do requisito de publicidade para o reconhecimento de união estável homoafetiva. O julgamento foi conduzido pela ministra Nancy Andrighi, relatora do caso, que foi acompanhada integralmente pelos…

DJE: Processo n° 1107653-64.8.26.0100 – dúvida registral procedente mantém óbices ao registro de inventário por bem particular anterior à união estável

DJE: Processo n° 1107653-64.8.26.0100 – dúvida registral procedente mantém óbices ao registro de inventário por bem particular anterior à união estável

Processo 1107653-64.2025.8.26.0100 Espécie: PROCESSO Número: 1107653-64.2025.8.26.0100 Processo 1107653-64.2025.8.26.0100 Dúvida – Registro de Imóveis – Espólio de José Nicolau Marques – Diante do exposto, JULGO PROCEDENTE a dúvida suscitada, para manter os óbices registrários. Deste procedimento não decorrem custas, despesas processuais ou honorários advocatícios. Oportunamente, ao arquivo. P.R.I.C. – ADV: (…) Íntegra da decisão: SENTENÇA Processo nº: 1107653-64.2025.8.26.0100 Classe – Assunto…

Artigo: Inventário decorrente de união estável: posso fazer em cartório se a companheira é a única herdeira? – por Julio Martins

Artigo: Inventário decorrente de união estável: posso fazer em cartório se a companheira é a única herdeira? – por Julio Martins

A perda de um companheiro com quem se construiu uma vida em união estável é um momento de profunda dor, e as dúvidas sobre o processo de inventário podem agravar a angústia. Uma das perguntas mais frequentes é: se o falecido não deixou filhos nem pais vivos, sendo o(a) companheiro(a) sobrevivente o(a) único(a) herdeiro(a), é possível resolver tudo de forma…

Anoreg/BR: Terceira Turma valida adoção póstuma e reconhece união estável incidentalmente

Anoreg/BR: Terceira Turma valida adoção póstuma e reconhece união estável incidentalmente

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu a possibilidade de adoção póstuma e validou, de forma incidental, a existência de união estável entre os adotantes exclusivamente para fins da ação de adoção. A decisão se deu em processo envolvendo uma criança entregue voluntariamente pela mãe biológica a um casal que, quando do pedido de adoção, declarou conviver…

Artigo: A Comprovação da união estável para fins de pensão por morte: da via administrativa à tutela judicial – por Julio Martins

Artigo: A Comprovação da união estável para fins de pensão por morte: da via administrativa à tutela judicial – por Julio Martins

A união estável, reconhecida como entidade familiar pelo art. 226, § 3º, da Constituição Federal e regulada pelo art. 1.723 do Código Civil, configura-se pela convivência pública, contínua e duradoura entre duas pessoas, estabelecida com o objetivo de constituição de família (“animus familiae”). Diferentemente do casamento, sua existência não depende de uma formalidade cartorária (como a Escritura Declaratória de União…

Artigo: Inventário extrajudicial envolvendo união estável: quando é possível e como garantir seus direitos – por Julio Martins

Artigo: Inventário extrajudicial envolvendo união estável: quando é possível e como garantir seus direitos – por Julio Martins

Nossa recomendação sempre foi pela formalização do Contrato de União Estável de modo a minimizar riscos da insegurança do casal que nessa condição viva, por mais que a Lei não exija a realização de Contrato Escrito ou Escritura pública para que a União Estável reste configurada – e é justamente por isso, visando afastar a insegurança e a incerteza, que…

Artigo: União estável pós-morte: justiça reconhece vínculo afetivo! – por Alessandro Junqueira de Souza Peixoto

Artigo: União estável pós-morte: justiça reconhece vínculo afetivo! – por Alessandro Junqueira de Souza Peixoto

Mesmo sem casamento, é possível ter direitos após a morte do companheiro. Entenda como a Justiça reconhece uniões estáveis e protege quem ficou 1. Introdução O Brasil do século XXI vive uma transformação profunda nas formas de amar, viver e construir família. Já não é apenas o casamento que define um núcleo familiar. A convivência duradoura, pública e baseada no…

Artigo: Validade da renúncia recíproca à herança na união estável: interpretação do artigo 426 do CC – por Marco Antônio de Araujo Portes

Artigo: Validade da renúncia recíproca à herança na união estável: interpretação do artigo 426 do CC – por Marco Antônio de Araujo Portes

O dinamismo das relações familiares contemporâneas impõe ao Direito desafios constantes, exigindo dos operadores uma interpretação das normas atenta aos princípios constitucionais. Uma questão que tem ganhado relevância é a validade da renúncia recíproca a direitos sucessórios futuros, pactuada em vida por conviventes em união estável. A controvérsia surge quando, após o falecimento de um dos companheiros, o outro busca…

Artigo: Golpe do casamento: da união estável ao divórcio – por Maria Berenice Dias

Artigo: Golpe do casamento: da união estável ao divórcio – por Maria Berenice Dias

Atenção! Atenção! Um novo golpe na praça! Explico: duas pessoas passam a viver juntas. Com o tempo, quando o relacionamento se torna público, contínuo e duradouro, sem a necessidade de qualquer formalização, surge uma união estável. A intenção de constituir família nem é um requisito essencial por ser da ordem da subjetividade. Basta ambos se comportarem como se casados fossem.…

g1: Trisal consegue reconhecer união estável na Justiça de SP apesar de veto do CNJ

g1: Trisal consegue reconhecer união estável na Justiça de SP apesar de veto do CNJ

Decisão judicial validou documento assinado e autenticado em cartório por três homens que vivem juntos em Bauru, no interior de São Paulo. CNJ proíbe o registro formal, mas não impede reconhecimento na Justiça A Justiça de São Paulo reconheceu a união estável poliafetiva entre três homens em Bauru, no interior do estado. A decisão, assinada no início de julho pela…

InfoMoney: Meu parceiro faleceu e tínhamos união estável: tenho direito à pensão por morte?

InfoMoney: Meu parceiro faleceu e tínhamos união estável: tenho direito à pensão por morte?

Entenda o passo a passo para comprovar a relação e garantir o benefício previdenciário A perda de um companheiro ou companheira traz consigo uma série de desafios emocionais e burocráticos. Entre as dúvidas mais comuns está o direito à pensão por morte quando o casal vivia em união estável — uma modalidade reconhecida legalmente, mas que, para fins previdenciários, exige…

Artigo: Namoro ou união estável? A importância da formalização para segurança jurídica – por Patrick G. Mercer

Artigo: Namoro ou união estável? A importância da formalização para segurança jurídica – por Patrick G. Mercer

A formalização de relações afetivas tem evoluído significativamente nas últimas décadas, acompanhando mudanças sociais e culturais que colocam em perspectiva a autonomia dos indivíduos diante da vida em comum. Nesse contexto, o contrato de namoro surge como um instrumento jurídico legítimo, embora ainda acompanhado de certo desconhecimento, que visa declarar expressamente que determinada relação afetiva não constitui união estável. A…

InfoMoney: Separou? Veja como funciona a partilha de bens na união estável

InfoMoney: Separou? Veja como funciona a partilha de bens na união estável

Saiba como funciona a divisão de bens entre companheiros que vivem em união estável Com o aumento das uniões estáveis no Brasil, também crescem as dúvidas sobre os direitos patrimoniais que envolvem esse tipo de relação. Quando ocorre a separação, a partilha de bens pode se tornar um ponto de conflito, principalmente quando não há contrato formalizado entre os companheiros.…

Migalhas: Mulher prova união estável de 20 anos com fotos antigas e registros de noivado

Migalhas: Mulher prova união estável de 20 anos com fotos antigas e registros de noivado

A mulher autora do recurso alegou que o companheiro, com quem manteve relacionamento por mais de duas décadas, estava dilapidando o patrimônio comum A 2ª câmara de Direito Privado do TJ/MT reconheceu, de forma provisória, que uma união estável teve início em dezembro de 2003 – e não em 2013, como indicado inicialmente na petição. A decisão levou em conta…